LYSIA DE ARAÚJO

No laboratório, com José Celso Martinez

Ela foi também uma cronista bem-sucedida nas antigas revistas Alterosa e O Cruzeiro Foto: Acervo Pessoal

“Estávamos ensaiando a peça Todo Anjo é Terrível, de Ketti Frings, em 1962, e o Zé Celso (Martinez Corrêa) começava com aqueles negócios de laboratório.  Havia uma hora em que eu tinha de ir contra o meu pai, que era representado pelo Sadi Cabral. E o Zé Celso me chateando, chateando – ´você tem que dar força, mais força.` Ele me chateou tanto que eu avancei nele – ´pára, pára! ´ E  ele falou ´é isso que eu quero, Lysia! É isso que você tem que fazer.` Ele era muito bravo.”

“A profissão mais fascinante da vida é o teatro. Quando a Cecília Meirelles esteve aqui, nós levamos a Medéia em Ouro Preto. A Cecília foi me ver no teatro e me deu de presente o livro dela, o Romanceiro da Inconfidência. Ela escreveu `À belíssima e terrível Medéia, que seja feliz na carreira´. Está guardado aqui.”

“A Tônia (Carrero) era um encanto, o Paulo Autran, um encanto – um homem culto, muito bonito, um físico maravilhoso. Quando ele fez Um Deus Dormiu lá em Casa eu fui assistir. Ele estava belíssimo e a Tônia, lindíssima. Quando ela me encontrava no camarim, brincava assim:´Lysia, quem tem o olho mais azul? Eu ou você?´ Eu dizia: “Claro que é você`.”



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